Podia chamar-lhe outros nomes, posso lembrar-me de alguns, e mais três ou quatro formulações completas. Posso ainda escolher um formato mais apropriado, um diário cor de rosa e com chave ou implantar em casa um quadro para ajustes de contas com legenda escrita a caneta para não fazerem dele moço de recados, um saco de boxe onde sobrepor tantas coisas escritas que já não se distinguisse nada para alem da trama do protesto.
Ou então podia dizer que é tudo ficção, brincadeirinha, salva todos.
Ou então podia dizer que é tudo ficção, brincadeirinha, salva todos.