sábado, 28 de março de 2009

SE NINGUÉM CHOROU

Se ninguém chorou com as lamentações que, entre uma coisa e outra, cumpriu. Terá julgado que fosse dançavel a cacofonia que se desprendia morta da sua flauta. Do verão apenas sabia que é suposto ir à praia mas do verão não se pode outra coisa que o deleite do sol. Era verão e apenas soube dizer-me das escrituras que devia saber par coeur, eu que afinal só precisava que não me tirasse o que não podia dar-me.