skip to main
|
skip to sidebar
LÍNGUA COMUM
quarta-feira, 28 de julho de 2010
O POEMA É UM EXERCÍCIO DE DISSIDÊNCIA (...) NÃO HÁ POEMA VERDADEIRO QUE NÃO TORNE O SUJEITO UM FORAGIDO (JOSÉ TOLENTINO MENDONÇA)
(ACENA-ME OUTRA VEZ COM OS MALMEQUERES)
Não deixa de ter graça ver
este mau selvagem brandir
certos trejeitos bucólicos
o que é um poema afinal (qualquer um) senão
a enunciação insistente da mesma verdade:
é tarde demais
(Miguel-Manso)
Mensagem mais recente
Mensagem antiga
Página inicial